júri
André Parente - Brasil


André Parente é artista e teórico de cinema e novos media.
Em 1987 obteve o grau de Doutor na Universidade de Paris 8 (França), sob a orientação de Gilles Deleuze. Em 1991 funda, juntamente com Rogério Luz, o Núcleo de Tecnologia da Imagem (N-Imagem) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Brasil).
Entre 1977 e 2007, realiza inúmeros vídeos, filmes e instalações nos quais predominam a dimensão experimental e conceptual. Os seus trabalhos foram apresentados no Brasil e no exterior (Alemanha, França, Espanha, Suécia, México, Canadá, Argentina, Colômbia, China, entre muitos outros).
É autor de vários livros: “Imagem-máquina. A era das tecnologias do virtual” (1993), “Sobre o cinema do simulacro” (1998), “O virtual e o hipertextual” (1999), “Narrativa e modernidade” (2000), “Tramas da rede” (2004), “Cinema et narrativité” (L’Harmattan, 2005), “Preparações e tarefas” (2007), “Cinema em trânsito” (2012), “Cinemáticos” (2013, Cinema/Deleuze (2013), entre outros.
Peter Beyls - Bélgica


Peter Beyls é um artista e cientista interdisciplinar que trabalha com sistemas generativos.
Desenvolve software por motivos estéticos, produz desenhos e instalações audiovisuais interativas, atua como curador de Media Art, publica sobre questões cognitivas em artes digitais e é performer ocasionalmente.
Atualmente é professor investigador do CITAR | Católica Porto.
Tiago Pereira - Portugal


Realizador e Visualista, mentor e coordenador do projecto “A música portuguesa a gostar dela própria”, vencedor do prémio Megafone 2010 na categoria "missão", Tiago Pereira tem desenvolvido um estilo único a documentar, recolher e misturar imagens em movimento. Os seus filmes transdisciplinares remetem para manifestações de cultura imaterial como a música, rituais e performances, procurando sempre novos usos da tecnologia e novas abordagens à cultura popular e ao tradicional. Na sua já vasta lista de trabalhos destacam-se os premiados: "11 Burros Caem no Estômago Vazio" (2006) e "Quem Canta Seus Males Espanta" (1998), ou os mais recentes "B Fachada Tradição Oral Contemporânea", "Sinfonia Imaterial " (2011), "Portugal Shake" (2011), "Vamos tocar todos juntos para ouvirmos melhor" (2012) - encomenda da Fundação Cidade de Guimarães; e "Não me Importava morrer se houvesse guitarras no céu" (2012). É ainda mentor e participante dos Sampladélicos, artistas associados da Materiais Diversos. Em 2013 editou pela OPTIMUS DISCOS uma colectânea de Registos Musicais Portuguesas intitulada "Dêem-me duas velhinhas, eu dou-vos o universo". E recentemente tem semanalmente um programa na rádio Antena1 chamado "O povo que ainda canta".
Jerónimo Rocha - Portugal


Jerónimo Rocha nasceu no Porto em 1981. Em vez de jogarfutebol como a maioria da rapaziada da sua idade,Jerónimo preferia recriar os filmes e séries que via na televisão com os seus restantes colegas renegados. EstudouArtesGráficas na Soares dos Reis,tirou o curso de Pintura na Faculdade de Belas Artes no Porto e fez uma pós graduação em Realização, Análise deArgumento e Pitching na ECAM em Madrid. Desde 2005 que trabalha na Take it Easy – uma produtora audiovisual sediada em Lisboa – como realizador, editor, animador e ilustrador. É actualmente o director criativo do EASYLAB, o departamento de animação da produtora. Em finais de 2009, lançou a sua terceira curta-metragem “BREU”, que mistura imagem real com animação.Acurta ganhou vários prémios e menções em festivais nacionais e internacionais, entre os quais o Prémio de Mérito Técnico no FestivalCinemaCientífico SCiNEMAAustrália, 2010. Em 2012 montou a série da RTP Odisseia e dirigiu o genérico e as sequências animadas. Em 2013 realizou a curta-metragem de terror / ficção científica “Dédalo”, que irá fazer o percurso dos festivais em 2014. Ainda hoje continua a não gostar de futebol
Nelson d' Aires - Portugal


Formado na área da construção civil como técnico de obras, abandona a actividade no final de 2005. Em 2006 estabelece-se como fotógrafo independente dedicando-se à fotografia documental. Ainda em 2006 vence o prémio Novo Talento Fotografia FNAC com a série “Contra-Fogo” (2005) e no mesmo ano é convidado a integrar o colectivo Kameraphoto, onde desenvolve trabalhos colectivos (exposições e livros) tais como o projecto "DR - Um Diário da República" iniciado em 2010, ano do centenário da proclamação da República Portuguesa e que pretende ajudar à construção de uma memória colectiva sobre o período 2010-2020. Em 2007 é premiado com o 7º Prémio Fotojornalismo Visão|BES categoria reportagem com uma história sobre a trasladação da urna com o corpo da irmã Lúcia para o Santuário de Fátima. O seu trabalho entre 2010 e 2012 continua a ser premiado no principal concurso de fotojornalismo português organizado pela Estação Imagem, sendo que em 2011 ganhou o galardão máximo do Prémio Fotojornalismo Estação Imagem Mora, com a reportagem “Leandro”. “Álbum de Família” é o seu último trabalho em exposição em vários pontos do país, e é um projecto vencedor da Bolsa Estação Imagem 2012/2013. Em 2013 edita o seu primeiro livro individual “EROSÃO” que faz parte do projecto “Um Diário da República”. Nelson d’Aires vive e trabalha em Lisboa, Portugal.
organização
UCP - Escola das Artes e CITAR

novidades
Premiados do 11º Festival Audiovisual Black & White
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Confira as obras selecionadas para a competição de 2014.
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Black&White 2014 | 11o Festival Audiovisual | Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa | b&w@porto.ucp.pt | tel. (+351) 22 619 62 51 / (+351) 22 619 62 75