José Maçãs de Carvalho (Anadia, 1960) é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas – Universidade de Coimbra (1984). Concluiu a Pós-Graduação em Gestão de Artes, no Instituto de Estudos Europeus de Macau (1998). Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian (1994), Fundação Oriente (1999-2009), Instituto Camões (2001), Centro Português de Fotografia (2003) e Instituto das Artes (Pontuais) em 2006, 2007 e 2008. Em 2005 comissaria “My Own Private Pictures”, na Plataforma Revólver, no âmbito da LisboaPhoto. Nomeado para o prémio BESPhoto 2005 (Janeiro a Março de 2006, CCB, Lisboa). Em 2006 mostra fotografias e vídeos nas exposições: “Rencontres Internationales Paris/Berlin”, Jeu de Paume; “Catódica: International Videoart review”, Trieste; “Festival Número”, Teatro S. Jorge, Lisboa; “Momentos da vídeo-arte portuguesa contemporânea”, (PhotoEspaña) C. Cultural Conde Duque, Madrid; “Portuguese Screen. Videoart Showcase”, Museu do Chiado, Lisboa e “BESPhoto”, CCB, Lisboa. Em 2007 expõe individualmente ” Vídeo killled the painting stars”, Galeria Solar-Arte Cinemática, Vila do Conde e Plataforma Revólver, Lisboa. (vídeo) e “It´s a lonely Planet – Part I”, Galeria VPF Cream Art, Lisboa (fotografia). Em 2008 ” The return of the real 2”, no Museu do Neo-Realismo, V. F. Xira (vídeo e fotografia).
Paulo Ferreira-Lopes
Paulo Ferreira-Lopes estudou Composição com Constança Capdeville, em Lisboa, entre 1988 e 1991. Em 1994, mudou-se para Paris e estudou Composição com Emmanuel Nunes, Antoine Bonnet e “Música Computacional” com Curtis Roads, entre 1995 e 1997. Em 1996 obteve o grau de Mestre em Composição na Universidade de Paris VIII, sob a tutela de Horácio Vaggione. Em 1997, ganhou o prémio-composição “Documenta X” em Kassel, Alemanha. É fundador e director dos workshops de verão – Olhares de Outono na Universidade Católica Portuguesa (2000). Desde 1998 que ele é o artista residente e investigador no ZKM – Zentrum für Kunst und Medientechnologie – Karlsruhe, Alemanha. Em 2004 obteve o seu grau de doutoramento na Universidade de Paris VIII. Desde Junho desse mesmo ano que é o Director do Centro de Investigação em Tecnologia das Artes (CITAR) e professor na Universidade Católica Portuguesa. Em 2007 torna-se professor convidado na Karlsruhe Music University – Departamento de Música Informática. Os trabalhos de Paulo Ferreira-Lopes têm sido produzidos em festivais internacionais – “Musica Strasbourg”, “MusicaViva”, “Estoril Summer Festival”, “Documenta X - Essen, Biennal S. Paulo”, “ZKM-Karlsruhe”, “World Music Days”, “Gulbenkian Fondation”, “Expo 98 Portugal”, através de importantes grupos da cena artística contemporânea, tais como - AccrocheNote, OrchestrUtopica , Ensemble Modern Frankfurt.
Rui Xavier
Rui Xavier nasceu no Porto em 1974 e viveu a maior parte da sua infância e juventude em Caxinas, a comunidade piscatória de Vila do Conde no Norte de Portugal. Em 1995 completa o seu bacharelato em Tecnologias da Comunicação Audiovisual no Instituto Politécnico do Porto, começando a interessar-se pela Fotografia e pelo Cinema. Continua os seus estudos na Grã-Bretanha concluindo em 1997 uma Pós-graduação em Fotojornalismo, na Universidade do País de Gales em Cardiff. Entre 1997 e 1998 trabalha em Londres como fotógrafo do diário “The Independent”. Em 1999 volta a Portugal para trabalhar como freelancer, criando em 2001 com outros fotógrafos o colectivo “Kameraphoto”. Em 2000 é distinguido com o Grande Prémio Visão de Fotojornalismo, recebendo também o prémio de melhor Reportagem do Ano. Começa a fazer algumas experiências com vídeo na área documental fundando com Bruno Gonçalves a Produtora Ricochete Filmes. De 2003 a 2005 foi editor de fotografia da revista “Grande Reportagem”. Desde 2006, tem trabalhado nas várias áreas da produção cinematográfica, essencialmente na direcção de fotografia em filmes de ficção e documentário. Em 2008 a sua curta-metragem “Superfície”, realizada no âmbito do Programa ”Criação e Criatividade Artística” da Fundação Calouste Gulbenkian, recebe uma Menção Especial do Júri no Festival Internacional de Cinema de Berlim e o Prémio para a Melhor Fotografia das curtas-metragens portuguesas no Festival Indie Lisboa.
Victor Asliuk
Realizador e argumentista. Formou-se na “Belarusian State University and Belarusian Academy of Arts”. Realizou mais de 20 documentários. Desde 1995 trabalha no “Belarusfilm Studio”. Desde 2003 é membro do “European Film Academy”.
Waltraud Grausgruber
Waltraud Grausgruber é Directora e uma das fundadoras do festival “Tricky Women” em Viena, Áustria. “Tricky Women” é o primeiro e o único festival de animação na Europa que é dedicado exclusivamente às animações realizadas por mulheres. Ela estudou Teatro, Filme e estudos em Media na Universidade de Viena.

